Quanto um intercâmbio influencia no futuro acadêmico e profissional? Especialista explica

  • 07/03/2026
(Foto: Reprodução)
Baixada em Pauta: Daniel Lara, fundador da CaliCultural, é o convidado da semana A busca por experiências internacionais virou parte do planejamento educacional de muitos jovens brasileiros, especialmente os que querem amadurecer cedo, ampliar horizontes e disputar vagas em universidades no exterior. Na Baixada Santista, o intercâmbio já deixou de ser sonho distante e passou a integrar a formação de adolescentes que enxergam estudar fora como um passo real no currículo. Foi nesse cenário que o Baixada em Pauta dedicou um episódio inteiro ao tema. O programa recebeu Daniel Lara, fundador da CaliCultural, empresa com mais de duas décadas de atuação no setor. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. No papo com o jornalista Matheus Müller, Daniel explicou por que o interesse por programas de high school, summer camps e bolsas esportivas cresce ano após ano na região, e como essa decisão envolve muito mais responsabilidade do que apenas escolher um país ou uma escola. “O intercâmbio ele é justamente tirar você da zona de conforto”, resumiu Daniel, ao destacar que a vivência fora do Brasil não pode ser substituída por aulas online ou dupla certificação. Para ele, amadurecimento emocional, tomada de decisão e convivência com culturas diferentes são ganhos tão importantes quanto aprender um novo idioma. Daniel reforçou que muitos pais ainda enxergam o intercâmbio como viagem de lazer, quando na prática o processo exige planejamento, organização e acompanhamento constante. “Intercâmbio é uma atividade educacional, não é um programa de lazer”, afirmou. Segundo ele, a Cali Cultural oferece consultoria completa, análise de perfil e suporte psicológico antes, durante e depois da viagem. Idades e valores Intercâmbio Divulgação Daniel explicou que a idade de entrada nos programas varia bastante. Em São Paulo, há pais que já enviam crianças de 9 anos para summer camps — embora a média ainda seja a partir dos 12. Na Baixada Santista, segundo ele, o movimento costuma começar um pouco depois, por volta dos 14 ou 15 anos. Sobre custos, Daniel reforçou que intercâmbio não é exclusividade de famílias de alta renda. Há programas de high school a partir de R$ 50 mil o semestre e manutenção média entre 300 e 500 dólares por mês, valores que muitas vezes substituem gastos já existentes com escola, cursos e atividades no Brasil. Ele lembrou ainda que existem alternativas mais acessíveis, como o programa de au pair e cursos curtos de idiomas, reforçando que o essencial é planejar cedo e escolher o formato mais adequado ao perfil emocional e financeiro da família. Segurança e geopolítica Daniel destacou que segurança, acolhimento e estabilidade política pesam na escolha do destino. Por isso, Canadá e Nova Zelândia são as opções mais indicadas para adolescentes, enquanto os Estados Unidos costumam ser mais procurados na fase universitária. Ele explicou que fatores como clima, diferenças culturais e contexto local interferem diretamente na adaptação. Segundo Daniel, a consultoria ajuda famílias a evitarem regiões com riscos maiores e a escolherem cidades mais adequadas ao perfil do jovem. Intercâmbio Divulgação Durante a conversa, o especialista explicou por que Canadá e Nova Zelândia têm sido destinos preferidos para ensino médio, enquanto os Estados Unidos seguem como principal escolha para quem busca universidade, especialmente com foco esportivo. Nesse caso, contou, vídeos oficiais, desempenho competitivo e bom histórico escolar são fundamentais para conseguir bolsas. Daniel também falou sobre a importância da saúde mental no processo. Ele destacou que muitos jovens apresentam dificuldades de socialização e dependência emocional da família. Estes são fatores que podem interferir na adaptação fora do país. Por isso, a empresa prepara estudantes e pais antes da viagem e acompanha de perto o bem-estar do jovem nos primeiros meses, fase considerada a mais sensível. Ao final, Daniel reforçou que o intercâmbio não transforma apenas quem viaja, mas também a comunidade que recebe o estudante de volta. A experiência internacional, segundo ele, amplia repertórios, estimula responsabilidade e influencia amigos, escolas e até famílias inteiras. Para o especialista, cada jovem que retorna “traz um pouco mais de mundo para dentro da Baixada”.

FONTE: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/podcast/baixada-em-pauta/noticia/2026/03/07/quanto-um-intercambio-influencia-no-futuro-academico-e-profissional-especialista-explica.ghtml


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