No Dia Mundial de Combate ao Câncer, paciente do interior de SP celebra última quimioterapia: 'Já me sinto curada'

  • 05/02/2026
(Foto: Reprodução)
Câncer avança no Brasil e atinge população mais jovem, revela estimativa No Dia Mundial de Combate ao Câncer, celebrado na quarta-feira (4), uma paciente de Itapetininga (SP) comemorou o fim de uma etapa decisiva na sua luta pela vida: a última sessão de quimioterapia. Laurinda Melo faz tratamento na Santa Casa de Itapeva (SP), hospital que é referência no tratamento oncológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na região. À TV TEM, ela contou que a fé e o apoio da família foram essenciais para superar o período difícil. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Emocionada, ela celebra a vitória e incentiva outras pessoas a não desistirem. "Não é fácil, mas Deus que dá força para prosseguir. Nunca deixar de fazer cada etapa. Às vezes, por conta da consequência da quimioterapia, as pessoas desistem. Aconselho todas as pessoas a fazerem exames e nunca esperar. Eu já me sinto curada." A Santa Casa de Itapeva atende, mensalmente, cerca de 4 mil pacientes de 28 cidades da região com uma equipe multidisciplinar. Segundo o médico Márcio Paneghini, os tratamentos contra a doença evoluíram muito nos últimos anos. "Só existia a quimioterapia, cirurgia e talvez a radioterapia, baseada em energia nuclear, como armas terapêuticas. Hoje, há os aceleradores lineares, que melhoraram muito a forma de atendimento e o resultado", diz. A história de Laurinda se conecta com as de outros pacientes, como a do aposentado Abílio Nicomedes. Pai de 10 filhos e avô de 25 netos, ele encontra na família a motivação para seguir em frente no tratamento contra o câncer. "Eu tenho muito prazer em viver. A morte é pior do que nós, que estamos aqui neste mundo. Se fizermos tudo certo, tudo é muito divertido", relata. Além do tratamento clínico, o apoio emocional é fundamental na luta contra o câncer. O psicólogo Cristian Araújo explica que o acolhimento das emoções, que muitas vezes os pacientes não conseguem expressar, faz parte do processo de cura. "Cada paciente é único e traz a sua história. Isso é muito importante. Como profissional, eu também sinto e caminho junto. Eu posso sentir o sentimento que eles têm. Sentir o que o outro sente é empatia e serve muito para nós", conta. Toda a estrutura é montada para que o tratamento seja o mais eficaz possível. No entanto, a mensagem dita pela médica Laurinda Castellani é clara: informação, prevenção e diagnóstico precoce salvam vidas. "É importante falar e orientar sobre a prevenção precoce e a detecção. A paciente deve se tocar e fazer o exame físico. A mamografia, aos 40 anos, também é importante. Isso determina a qualidade do tratamento e a recuperação da paciente", explica. Laurinda celebrou a última quimioterapia Reprodução/TV TEM Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

FONTE: https://g1.globo.com/sp/itapetininga-regiao/noticia/2026/02/05/no-dia-mundial-de-combate-ao-cancer-paciente-do-interior-de-sp-celebra-ultima-quimioterapia-ja-me-sinto-curada.ghtml


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