A reinvenção que devolve autoestima: conheça trajetória inspiradora
05/02/2026
(Foto: Reprodução) No tecido íntimo das histórias que a Be Sense celebra, a trajetória da Dra. Palu Lorenzoni se desdobra como um romance de coragem, escolha e persistência. É a narrativa de uma mulher que aprendeu a costurar novos caminhos a partir de perdas, desafios e responsabilidades, transformou cada nó em força e cada buraco em passagem. Conversar com Palu é acompanhar uma voz que chora, ri e se ergue; é ver ali nas entrelinhas, a construção de uma carreira que serve à vida humana como quem restaura não só dentes, mas também dignidade.
Início da Trajetória
Palu começou cedo. Aos 18 anos abriu uma escola infantil, herança e propósito de família e foi dona, gestora e coração daquele espaço. Casou-se em 2003, aos 23 anos, e poucos meses depois nasceu o primeiro filho, Pedro (2004). Ser mãe jovem, empreendedora e estudante, tudo ao mesmo tempo, foi o fio condutor de uma rotina intensa: "Quando você fica doente e não tem rede de apoio, é muito complicado", diz ela, lembrando as viagens de ônibus com o filho, a logística de horários e a sensação de se virar sozinha. Mesmo assim, manteve a escola, trabalhou com prazer e encontrou ali a tenacidade necessária para seguir adiante.
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O Ponto de Inflexão
Houve um ponto de inflexão: a decisão de estudar odontologia. Vender 50% da escola para segurar as contas, conciliar aulas noturnas com a rotina de mãe e empreendedora, pedir bolsas e apertar o cinto tudo isso compôs um trecho de suor e coragem. "A gente chorou o caminho inteiro", ela confessa, lembrando das noites de estudo e do esforço para concluir a graduação. Foi preciso recalcular metas, adiar certezas e confiar: "Se não der certo, recalcula tudo de novo e recomeça." Essa frase resume a construção de uma mulher que não deixou o medo decidir por ela.
A vida, implacável e pedagógica, trouxe perdas que marcaram. Doenças na família e a morte precoce de entes queridos tocaram-na profundamente; esses episódios foram também gatilhos para repensar prioridades. E veio a pandemia uma estação de prova: Palu não fechou as portas. Atendeu emergências, manteve equipes, enfrentou contágios e medo, vacinou-se e voltou ao trabalho. "A pandemia foi o ano que a gente mais trabalhou", lembra. Ao mesmo tempo, a crise humanizou laços: amigas se transformaram em rede de suporte, vizinhos viraram família temporária e a prática de cuidar ganhou uma dimensão comunitária. "A vida te prepara para o sim", ela resume, e o sim, para Palu, virou movimento: especializações, novas frentes e reinvenção profissional.
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A Transição para a Estética
Do consultório clínico e da ortodontia, Palu migrou com naturalidade para a estética e a harmonização facial não por moda, mas por constatação clínica: pacientes que buscam autoestima, histórias que pedem devolução. Fez cursos, buscou referências e trouxe à estética o mesmo critério que guia sua odontologia: responsabilidade, limite e cautela. "Sem agressão, ir aos poucos", orienta. Para ela, cada planejamento parte da avaliação integral: reabilitação oral quando necessário, antes de qualquer intervenção estética. É por isso que sua prática privilegia soluções duradouras em vez de promessas fáceis.
A estética, na sua leitura, é um instrumento de potência pessoal: “Eu gosto de devolver a autoestima.” E essa devolução acontece em pequenos milagres cotidianos: a senhora que volta duas vezes por ano para um retoque e sai com a pele mais leve; a paciente bariátrica que precisa de um plano que respeite a perda de volume e a sustentação; a jovem que voltou a sorrir depois de um tratamento complexo. Palu trata rostos com o critério de quem conhece a complexidade da função oral e a ética do contorno. “Eu sempre vou aos poucos. Temos que tomar muito cuidado com a estética para não pesar a mão e desarmonizar o rosto do paciente. Ir aos poucos permite aumentar doses sem exagerar; sem dúvida, é o melhor caminho”, explica, descrevendo a prudência que distingue sua abordagem.
Hoje, suas clínicas a Odonto Lorenzoni localizadas em Osasco e na zona sul de São Paulo são referência e excelência no atendimento e de acolhimento. São espaços pensados para receber, ouvir e explicar. Ela fala com orgulho da construção: o consultório que “é seu”, o atendimento que prioriza reabilitação, a transformação da identidade da clínica de um modelo popular para uma clínica que preza qualidade técnica e clareza de indicação. O sucesso, para Palu, não é número é efeito: o paciente que encontra função, conforto e autoestima.
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Espaços de Acolhimento
No centro de tudo, uma bússola: fé ativa, trabalho e comunidade. "Viver é um testemunho", ela afirma; e o testemunho se compõe de quedas e reerguimentos, de escolhas firmes e recálculos necessários. Olhando para a jovem Palu de 18 anos, que iniciava uma escola e não sabia ainda que se tornaria dentista e esteticista, ela diria: "Fica tranquila, vai passar, persiste, confia você está no caminho certo." É um recado de cuidado que se multiplica: não há atalhos, há esforço acompanhado de esperança.
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A história da Dra. Palu é, como as que a BE Sense gosta de contar, íntima e universal um lembrete de que reinvenção é ato de amor, que profissão pode ser vocação e que cuidar é também devolver visibilidade a quem se sente invisível. Cada atendimento seu é, antes de técnica, um gesto de reconhecimento: aqui se restituem funções, aqui se devolve dignidade, aqui se reconstrói autoimagem.
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